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Porto Velho,10/05/2026

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Comitê internacional recomenda adoção do termo autismo profundo

A medida visa garantir que indivíduos com as necessidades mais complexas deixem de ser "invisíveis" dentro do vasto espectro autista.A


Comitê internacional recomenda adoção do termo autismo profundo Autismo profundo.

Em uma reunião histórica realizada em 28 de abril de 2026, o Comitê Interinstitucional de Coordenação do Autismo (IACC) deu um passo decisivo ao recomendar formalmente que o governo dos Estados Unidos adote e padronize a nomenclatura "Autismo Profundo". A medida visa garantir que indivíduos com as necessidades mais complexas deixem de ser "invisíveis" dentro do vasto espectro autista.

A discussão no IACC, órgão que assessora o Secretário de Saúde dos EUA, centrou-se na urgência de diferenciar o suporte necessário para o subgrupo que enfrenta os maiores desafios funcionais. De acordo com a recomendação aprovada, o termo "Autismo Profundo" deve ser aplicado a indivíduos com 8 anos ou mais que apresentem:

- Comunicação limitada: Ser não-verbal ou minimamente verbal.Deficiência intelectual: Geralmente caracterizada por um QI abaixo de 50.Dependência total: Necessidade de supervisão 24 horas por dia para segurança e cuidados básicos.

A conselheira Alison Singer, defensora da medida, argumentou durante a sessão que "precisamos de uma linguagem que descreva com precisão a realidade dessas famílias para que possamos destinar os recursos corretos a quem mais precisa".

Discussões de Impacto: Segurança e PesquisaAlém da definição do termo, a pauta do IACC focou em dois pontos críticos de encaminhamento:Segurança e Prevenção de Fugas: O comitê aprovou recomendações para que agências federais priorizem o financiamento de tecnologias de rastreamento e programas de segurança comunitária. 

O foco é prevenir casos de "wandering" (vaguear), que atinge desproporcionalmente o grupo de autismo profundo.Redirecionamento de Pesquisa: Houve um consenso de que a pesquisa científica atual ignora indivíduos com comportamentos autolesivos graves ou crises convulsivas frequentes. O encaminhamento aprovado solicita que novos editais de pesquisa exijam a inclusão de participantes com diagnóstico de autismo profundo.

Polarização no Comitê

Apesar da aprovação, a reunião foi marcada por debates intensos. Representantes da rede de autodefesa (self-advocacy) expressaram preocupação de que a nova nomenclatura possa ser usada para restringir o acesso a serviços para aqueles que não se encaixam no critério "profundo", ou que possa promover a volta de modelos de cuidado segregados.

Próximos Passos

As recomendações agora seguem para o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS). Se aceitas, as diretrizes do IACC servirão de base para o Plano Estratégico Federal de Autismo, influenciando como bilhões de dólares em verbas serão distribuídos para escolas, hospitais e centros de pesquisa em todo o país.




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